Cubica
08
LNEC NP EN 1998-3

Avaliação sísmica expedita.
Feito com rigor.

Os métodos expeditos I e II do LNEC, aplicados ao seu edifício de alvenaria ou de betão armado, dentro do domínio para que foram criados. Relatório técnico assinado por engenheiro civil, com a classificação face à Portaria n.º 302/2019, e uma folha de cálculo que refaz todas as contas.

Sabe qual é o risco sísmico do seu edifício? A maioria nunca foi avaliada.

Portugal tem risco sísmico real e um parque edificado antigo, projetado antes dos regulamentos antissísmicos modernos. Em obras de ampliação, alteração ou reconstrução, a Portaria n.º 302/2019 define quando é exigida a avaliação da vulnerabilidade sísmica do edifício — e, quando a capacidade fica abaixo de 90 % da exigência, obriga a projeto de reforço sísmico. Nos edifícios dentro do seu domínio, os métodos expeditos do LNEC fazem essa avaliação com poucos dados, a partir do modelo ou das plantas.

Três razões para confiar no resultado.

Descarregar a nota técnica de validação (PDF, 11 páginas)

Do seu lado

O que precisamos

  • O modelo BIM estrutural (Revit ou IFC) — sem modelo, servem plantas e cortes em CAD ou em papel
  • Ano de construção e sistema estrutural — alvenaria (pavimentos rígidos ou flexíveis) ou betão armado — e o que houver sobre os materiais (projeto original, ensaios)
  • Para o Método II em betão armado: a pormenorização das armaduras dos pilares
Do nosso lado

O que entregamos

  • Relatório técnico assinado por engenheiro civil, membro sénior da Ordem dos Engenheiros
  • A classificação face à Portaria n.º 302/2019, em três níveis: satisfaz a exigência · não satisfaz, sem obrigação de reforço (capacidade entre 90 % e 100 % da exigência) · projeto de reforço sísmico obrigatório (capacidade abaixo de 90 %, art. 1.º, n.º 3)
  • O veredicto piso a piso, com o método que decide dito por extenso
  • A folha de cálculo, com todas as fórmulas e os dados de entrada editáveis
  • Enquadramento para licenciamento, reabilitação urbana ou due diligence de compra, dentro do domínio dos métodos

Avaliação sísmica, elemento a elemento.

Escolha a tipologia do seu edifício para ver o relatório correspondente — excerto do ficheiro Sismica.xlsx, exemplo simplificado.

Sismica.xlsx

Ver o âmbito exato da avaliação ↓

Projeto de referência: moradia de alvenaria — pisos rígidos · 4 pisos · zona sísmica 1.3 · solo B. VERDE

EdifícioMoradia unifamiliar
Sistema estruturalAlvenaria — pisos rígidos
Nº de pisos4
Zona sísmica1.3
Tipo de soloB
RegulamentoNP EN 1998-3:2017 (Anexo C) + AN
Resultado globalVERDE

Capacidade abaixo de 90 % da exigência → projeto de reforço sísmico obrigatório (Portaria n.º 302/2019, art. 1.º, n.º 3). O Método I é um crivo conservador; é o Método II, que verifica parede a parede, que determina o resultado global — por isso um VERMELHO no Método I convive com um veredicto global VERDE.

CritérioEstadoValor
Nº de pisos ≤ 5VERDE4 pisos
Área em planta ≤ 350 m²VERDE52 m²
Solo tipo A/B/CVERDEsolo B
Esbelteza em planta λ ≤ 4VERDEλ ≈ 1,3 (Lmáx/Lmín)
Sem paredes-tabique < 0,10 m na resistênciaVERDEexcluídas (0): —
Regularidade em planta (NP EN 1998-1)AMARELOsimetria de massa/rigidez em 2 eixos; recuos ≤ 5% da área; e0x ≤ 0,30·rx; rx ≥ ls
Regularidade em altura (NP EN 1998-1)AMARELOsistemas contínuos; recuos: (L1−L2)/L1 ≤ 0,20; único < 15%H: (L3+L1)/L ≤ 0,50
Interação com edifícios adjacentesAMARELObanda: desnível entre lajes Δh ≤ 2/3·t (parede meeira); paredes meeiras contínuas
Alvenaria tradicional; mecanismos no plano (comportamento de caixa)AMARELOcolapsos fora do plano não contemplados; garantir travamento
Aplicabilidade globalAMARELO

Métodos I e II aplicáveis a este edifício, com base na NP EN 1998-3 (Anexo C) — os critérios a amarelo dependem de confirmação em obra/projeto.

ParedeDirPisotlh
W324757XPiso 10,29 m6,0 m3,0 m
W324759XPiso 10,29 m6,0 m3,0 m
W324758YPiso 10,29 m8,0 m3,0 m
W324760YPiso 10,29 m8,0 m3,0 m
W334410XPiso 20,29 m6,0 m3,0 m
W334411YPiso 20,29 m8,0 m3,0 m

+ 6 paredes adicionais no relatório completo (pisos 2 e 3), cada uma com o cálculo de capacidade sísmica (Método II) por piso e direção.

Método IMétodo II
Direção XVERMELHOVERDE
Direção YVERMELHOVERDE

Capacidade abaixo de 90 % da exigência → projeto de reforço sísmico obrigatório (Portaria n.º 302/2019, art. 1.º, n.º 3). O Método I é um crivo conservador; é o Método II, que verifica parede a parede, que determina o resultado global — por isso um VERMELHO no Método I convive com um veredicto global VERDE. Pavimento rígido: correção da expressão (3) da RPEE III-14, conferida piso a piso contra a Tabela 16 publicada.

Cada resultado — Rosto, Aplicabilidade ou Pilares, cálculo por parede ou por pilar, Report — sai no mesmo ficheiro Excel, com os dados de entrada editáveis e todas as fórmulas visíveis.

Câmaras, seguradoras, condomínios e quem reabilita.

Câmaras municipais e gestores de reabilitação urbana, seguradoras, condomínios de edifícios antigos, promotores que compram para reabilitar, e ateliers de arquitetura que precisam de um parecer técnico antes de projetar uma intervenção.

Preço claro, por edifício.

Dois âmbitos, dentro do domínio dos métodos expeditos. Todo o trabalho é feito a partir do ficheiro. Os preços abaixo assumem que já tem um modelo BIM estrutural (Revit ou IFC) — sem modelo, ver o acréscimo de modelação mais abaixo.

Base

€950preço por edifício
  • Alvenaria até 5 pisos e 350 m² em planta, ou betão armado até 4 pisos e 400 m² — uma tipologia estrutural
  • Alvenaria: Métodos I e II · betão armado: Método I
  • Relatório técnico assinado, com a classificação face à Portaria n.º 302/2019
  • Prazo 5–10 dias úteis
Pedir avaliação

Não tem um modelo BIM do edifício?

Sem modelo digital, modelamos a estrutura a partir das suas plantas e cortes antes de correr a avaliação — +€300 no âmbito Base, +€700 no âmbito Alargado, consoante a dimensão e complexidade do edifício.

Preços sem IVA.

Domínio dos métodos: além do número de pisos e da área em planta, terreno tipo A, B ou C e regularidade em planta e em altura; na alvenaria, esbelteza em planta até 4; no betão armado, classe de importância I ou II. Confirmamos que o edifício está dentro do domínio antes de aceitar o trabalho.

Âmbito geográfico: edifícios em Portugal. As tabelas de exigência derivam do Anexo Nacional português da NP EN 1998-3, e o limiar de reforço obrigatório é o da Portaria n.º 302/2019 — não são transponíveis para outro país por tradução, porque cada país tem o seu zonamento sísmico e o seu anexo nacional.

A avaliação é feita a partir do modelo ou das plantas que nos envia, e assume que essa informação reflete o edifício construído. Não confirmamos no local as dimensões, os materiais ou o estado de conservação da estrutura.

Três passos, sem burocracia.

Porque não à mão, e porque não uma ferramenta genérica

Melhor do que calcular à mão

  • Fora do domínio das tabelas, o motor recusa dar resultado.Não extrapola nem usa o valor mais próximo. Um edifício fora do domínio sai sempre assinalado, mesmo quando os rácios pareceriam bons.
  • Cada parede é classificada uma a uma, e as contas fecham ao elemento.Tabiques, fragmentos e paredes sem função resistente ficam de fora, e cada exclusão fica registada com o motivo, em vez de simplesmente não aparecer.
  • Para cada parede calculam-se as três formas de rotura, e fica a mais desfavorável.Regista-se qual governou. A carga de cada piso vem das paredes reais desse nível, não de uma média do edifício.
  • Uma avaliação incompleta é marcada como tal, em vez de dar veredicto.Faltando uma das ações sísmicas a considerar, o resultado não passa a verde só porque as contas deram.

O que as ferramentas genéricas não fazem

  • O Excel que recebe traz fórmulas, não valores colados.Recalculado no Microsoft Excel e comparado célula a célula com o programa: nenhuma fórmula divergente, e todos os veredictos iguais. Pode abri-lo e refazer a conta.
  • Se as verificações internas falharem, não se grava ficheiro nenhum.Nem Excel, nem relatório. Preferimos não entregar a entregar um número que não se sustenta.
  • Reproduzimos os casos publicados antes de avaliar o seu.As tabelas oficiais foram conferidas contra as publicações e, nos exemplos de aplicação do LNEC e da SPES, todos os veredictos saem iguais — com um desvio máximo de 2,49 % numa capacidade de parede. É o que permite defender o resultado à frente de um perito, e está na nota técnica.
  • Um resultado à beira do limite é assinalado, não dado como decidido.As tabelas publicam arredondadas; nós comparamos com o valor exato. Quem lê a tabela impressa não vê que está na fronteira.
O que transforma um rácio num veredicto defensável são os coeficientes. A área de paredes sobre a área de piso tira-se do modelo. Os coeficientes por zona sísmica, tipo de solo e número de pisos vêm das tabelas oficiais — e reproduzimo-las antes de as usar. É essa reprodução que permite pôr o resultado à frente de um perito.

Todos os números desta secção saem de medições reais e podem ser justificados a pedido. O que ainda não medimos, não afirmamos.

Âmbito

A avaliação aplica os métodos de análise expedita da vulnerabilidade sísmica publicados pelo LNEC, a quem a Portaria n.º 302/2019 (art. 1.º, n.º 4) atribui essa competência, dentro do domínio de aplicação desses métodos, e é assinada por engenheiro civil, membro sénior da Ordem dos Engenheiros. Um edifício fora desse domínio não é avaliado por estes métodos: dizemo-lo antes de aceitar o trabalho.

Pronto para avaliar o seu edifício?

Envie-nos as plantas e o ano de construção — respondemos com o âmbito e o prazo indicados para o seu caso.