Cubica
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1D ContagemCountRecuentoComptage

Armaduras.

Aço por diâmetro, por elemento e por piso — com plano de corte otimizado a partir de barras comerciais de 12 m. Desperdício de corte entre 2% e 5%, escrito por piso e por diâmetro.

Ver o âmbito exato da medição ↓

Do modelo à encomenda ao ferreiro, sem margens de segurança absurdas.

Encomendar armadura à base de estimativas grosseiras significa 10-15% a mais em stock, sucata em obra, e riscos na tesouraria. A Cubica extrai o aço diretamente do modelo por diâmetro, elemento e piso, e gera um mapa de corte otimizado — cada barra comercial aproveitada ao máximo, restos mínimos e encomenda calibrada para o real.

Do seu lado

O que precisamos

  • Modelo estrutural Revit (.rvt) ou IFC com armadura modelada (medição rigorosa) — ou sem armadura, com estimativa por rácios a partir da geometria e dos regulamentos
  • Comprimentos comerciais preferidos (típico: 12 m; alternativos: 6 m, 8 m)
  • Diâmetros de trabalho — Ø8, Ø10, Ø12, Ø16, Ø20, Ø25 (ou os que utilizar)
Do nosso lado

O que entregamos

  • Aço (kg) por diâmetro, elemento e piso
  • Plano de corte otimizado — cada barra comercial mapeada para os cortes que preenche
  • Análise de desperdício — restos por barra, restos por Ø, total de sucata prevista
  • Encomenda pronta — nº de barras por Ø a encomendar, com margem de segurança calibrada
  • Contagem de peças cortadas por Ø e por comprimento — para orçamento de mão de obra
  • Verificação das emendas face ao Eurocódigo 2 (EN 1992-1-1) — por diâmetro, confirmação de que a emenda usada cumpre o comprimento mínimo de amarração exigido pela norma
  • Desenho 2D/3D (DXF/DWG) da armadura, sobreposto ao volume das lajes — por camada e cor de categoria, com o ID de cada varão/elemento e o piso, em correspondência direta com o Excel e o modelo

Aço por diâmetro, com o corte planeado para o edifício inteiro e a compra sequenciada por piso.

Excerto do ficheiro Armaduras.xlsx — exemplo simplificado.

Armaduras.xlsx

Projeto de referência: edifício residencial · 44 frações · 7 pisos + cave · lote 2 145 m².

Item Unidade Quantidade
Aço por origem
Modelada (especificada pelo projetista)kg87 800 (40%)
Inferida (malha de base onde não há armadura desenhada)kg131 600 (60%)
TOTAL aço necessário (fica na obra)kg219 400
Ø Necessário (kg) A comprar (kg) Varões 12 m
Ø 818 60018 9503 999
Ø 1026 70027 2103 675
Ø 1235 20035 8703 366
Ø 1664 10065 3203 447
Ø 2046 10046 9801 587
Ø 2528 70029 250632
TOTAL219 400223 58016 706

"A comprar" já inclui emendas (regra 50Ø) e o desperdício de corte do varão-mãe de 12 m — é esta a coluna que se encomenda ao fornecedor. Os +1,9% desta amostra são de um corte resolvido piso a piso; o plano que entregamos resolve o edifício de uma vez e mede 2% a 5% de desperdício, conforme a mistura de comprimentos do projeto. Inclui: armadura de lajes, ensoleiramentos e sapatas (especificada + malha de base). Também inclui: pilares, paredes, vigas e muros de fundação — armadura modelada quando existe; mínimos do EC2 (§9.2, §9.5, §9.6) só por decisão expressa de quem mede, e sempre declarada como estimativa.

A parcela "Inferida" segue a regra de armadura mínima aplicável ao elemento — não é o cálculo do projetista de estruturas. Onde a armadura ainda não foi desenhada no modelo, confirme esta quantidade com o projetista antes de encomendar.

A distinção entre "Modelada" e "Inferida" segue prática documentada do setor, não é uma convenção interna: a especificação BIMForum Level of Development só classifica a armadura como geometria explícita a partir do LOD 400 — nos níveis anteriores, mais comuns em projeto de execução, a armadura não costuma estar desenhada peça a peça. Um artigo técnico recente estima que menos de 10% da armadura chega a ser modelada antes da fabricação na prática real. É por isso que a maioria dos modelos que recebemos tem uma parcela "Inferida" — não é uma limitação do nosso motor, é o estado normal do setor.

A separação por capítulos (armadura ordinária, esperas, malha) e a lógica de "o que conta em cada rubrica" não são um critério inventado por nós: seguem a convenção documentada nas Regras de Medição na Construção (CS 26) do LNEC — a referência mais usada em Portugal para o que entra e o que não entra em cada capítulo de medição. Não é garantia de que um fornecedor a siga; é uma vara de medir externa que qualquer cliente pode pedir para confrontar.

Piso Aço (kg)
Cave34 200
R/C28 400
Piso 127 900
Piso 227 300
Piso 326 700
Piso 425 900
Piso 525 100
Piso 623 900
TOTAL219 400

O varão que sobra ao cortar um piso muitas vezes ainda serve para o piso seguinte — em vez de cada piso comprar varão novo do zero, as sobras aproveitáveis transitam para a fase seguinte.

Piso Sem otimização Com fasagem Poupança
Cave2 6052 605
R/C2 1622 11943
Piso 12 1242 06064
Piso 22 0791 99683
Piso 32 0331 931102
Piso 41 9721 854118
Piso 51 9111 777134
Piso 61 8201 656164
TOTAL varões16 70615 998708

Nesta amostra são menos 708 varões — 4,2% dos que seriam precisos sem plano consolidado. É a diferença entre as duas colunas, verificável linha a linha. O corte é planeado sobre o conjunto real de peças, e não improvisado à medida que a obra avança. Onde cai a poupança depende da mistura de comprimentos da obra. Valores médios por piso, arredondados — exemplo simplificado; o entregável completo lista a sobra reutilizável exata, por comprimento, em cada piso.

Verificação Eurocódigo 2 EN 1992-1-1
Ø l0 EC2 (m) Emenda usada 50Ø (m) Verificação
Ø 80,400,40OK
Ø 100,500,50OK
Ø 120,600,60OK
Ø 160,800,80OK
Ø 201,001,00OK
Ø 251,251,25OK

Pressupostos: betão C30/37, aço A500, regra de emenda 50Ø. Verificação informativa — não substitui a validação do projetista de estruturas.

Todos os valores são auditáveis ao elemento de origem — filtre por piso, por diâmetro, por elemento. A cada revisão de projeto, reprocessa-se sem remedir à mão.

Como medimos

Diagrama isométrico: uma laje e pilares de um modelo Revit/IFC, atravessados por um plano de varrimento translúcido 1

Partimos do seu modelo BIM

Lemos o modelo Revit/IFC do edifício, incluindo a armadura que o projetista já desenhou explicitamente em alguns elementos.

Diagrama isométrico de uma laje com aberturas: malha ciano densa sobre as zonas de armadura modelada, malha mais clara sobre a malha de base inferida 2

Separamos aço modelado e inferido

Distinguimos o aço "Modelado" (o que o projetista especificou) do "Inferido" (a malha de base que preenchemos automaticamente onde falta armadura desenhada, seguindo a regra de armadura mínima — uma estimativa de código, não o cálculo do projetista). A inferência aplica-se a lajes, ensoleiramentos e sapatas; nos pilares, paredes, vigas e muros de fundação mede-se a armadura modelada quando existe.

Diagrama de varões paralelos identificados por diâmetro, de Ø8 a Ø25, ao lado de um selo de verificação do Eurocódigo 2 3

Calculamos a compra e verificamos

Somamos o aço por diâmetro (Ø8 a Ø25) e calculamos quantos varões de 12m encomendar, já com emendas e desperdício de corte incluídos, e verificados segundo o Eurocódigo 2.

Cubo isométrico ligado por uma seta a uma grelha de relatório, a ilustrar a rastreabilidade do elemento até ao mapa 4

Entregamos o mapa auditável

Receba um mapa de quantidades por elemento, auditável até ao elemento de origem no modelo, já com o plano de corte consolidado para o edifício inteiro e a compra sequenciada por piso — a poupança real varia por projeto, conforme a geometria e os recortes disponíveis.

Menos 4% a 13% de aço comprado — e dizemos contra quê.

Uma percentagem sem termo de comparação não quer dizer nada. Simulámos sete regimes de corte sobre o mesmo conjunto real de peças, extraídas de projetos de estabilidade reais, e comparámo-los com o plano que entregamos.

E o que isto não é. Não é o nosso algoritmo a cortar melhor do que um bom ferreiro: contra alguém que ordenasse todas essas peças por diâmetro e comprimento e tivesse todos os restos à vista, o ganho seria praticamente nulo. O que ninguém faz à mão é isso — manter esse inventário ao longo de um edifício inteiro, antes de alguém cortar a primeira barra. É aí que está o valor, e é assim que o dizemos.

Estes números são de simulação, não de observação de obra: sete regimes de corte comparados sobre as mesmas peças de projetos reais. Não medimos estaleiros.

Porque não à mão, e porque não uma ferramenta genérica

Melhor do que medir à mão

  • Uma abertura é descontada pela forma real, não pelo sítio onde fica o centro.Um poço em L, ou uma abertura entre dois recortes, não escapa — e não se paga malha sobre um vazio.
  • O que o modelo não deixa ler é medido na mesma, e assinalado como tal.Cerca de um terço dos elementos chega ilegível. Sem os separar, chegámos a ver 87% de um relatório de compras ser armadura que não existia no edifício.
  • A secção de cada peça é medida na direção certa, mesmo quando a peça é inclinada.Cerca de um terço das peças muda de dimensão quando se mede como deve ser — e numa peça muito inclinada a diferença é de várias vezes, não de alguns por cento.
  • Os metros cortados fecham exatamente com os metros necessários.Por piso e por diâmetro, e vai escrito na folha. Sem essa conta, o desperdício esconde-se num total.

O que as ferramentas genéricas não fazem

  • O desperdício de corte é planeado, não herdado.Fica entre 2% e 5%, escrito por piso e por diâmetro na própria folha — e a compra desce 4,2% em varões nesta amostra face a um corte não planeado.
  • Uma quantidade impossível é rejeitada, não usada.Já encontrámos peças a declarar um volume mil vezes maior do que o espaço que ocupam. Quem soma o que o ficheiro diz, soma isso.
  • Uma parede partida em vários pedaços conta uma vez, não uma por pedaço.É o erro que duplica quantidades sem dar sinal: a fronteira entre pedaços da mesma parede não se vê numa contagem por tabela.
Medimos a partir de IFC — o formato aberto que qualquer plataforma exporta, e que mantém a medição independente da versão de software instalada de cada lado. Diga-nos como trabalha no primeiro contacto e alinhamos o formato antes de começar.

Todos os números desta secção saem de medições reais e podem ser justificados a pedido. O que ainda não medimos, não afirmamos.

Âmbito

A Cubica mede a totalidade dos elementos modelados e devolve o 3D/DXF de tudo o que foi medido, para confrontar cada quantidade com a sua origem geométrica. O âmbito da medição é, por definição, o conteúdo do modelo entregue: elementos não modelados, ou modelados de forma incorreta a montante, não podem ser medidos por nenhum método de extração — e é por isso que assinalamos por escrito as omissões e inconsistências que detetamos durante o trabalho.

O serviço é prestado a partir do modelo e da documentação fornecidos, sem deslocação ao local: medimos o que essa informação representa. Ficam por isso fora do âmbito as condições existentes que ela não represente — alterações introduzidas em obra, degradação, elementos ocultos e preexistências. Identificada uma divergência entre o modelo e o construído, reprocessamos a medição sobre a informação corrigida.

Pronto para receber a sua amostra?

Envie-nos o seu modelo BIM — voltamos com uma amostra, tipicamente em 1–5 dias úteis.