Cubica
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2D 3D

Betão e Cofragem.

Volumes de betão e áreas de cofragem elemento a elemento — com interseções entre peças descontadas, aberturas subtraídas e rastreabilidade total ao elemento BIM.

Ver o âmbito exato da medição ↓

A maior fonte de erro em estimativa estrutural, resolvida.

A medição manual de betão e cofragem é onde o orçamento derrapa. Interseções entre peças são contadas duas vezes. Aberturas ficam esquecidas. Uma coluna em falta empola o preço, uma viga duplicada come a margem. A Cubica extrai betão e cofragem diretamente do modelo, elemento a elemento, com sobreposições e aberturas já descontadas — auditáveis ao objeto de origem.

Do seu lado

O que precisamos

  • Modelo estrutural Revit (.rvt) ou IFC com lajes, pilares, vigas, escadas e fundações
  • Modelo de arquitetura com compartimentos (Rooms) — opcional, para separar varandas e guardas das lajes e paredes interiores
  • Tipos de laje distinguíveis no modelo — nomeadamente quais são varandas e quais são rampas; o resto é identificado pela geometria
Do nosso lado

O que entregamos

  • Volume de betão (m³) por elemento — laje, viga, pilar, parede, escada, fundação
  • Bases não cofradas (m²) em rubrica própria — a face que assenta em terreno ou em betão de limpeza não leva cofragem, e sai separada em vez de inflar o total
  • Área de cofragem (m²) por elemento e por face exposta, segregada por piso
  • Lajes separadas por tipo — piso, varandas e rampas medidas em rubricas distintas, com volume e cofragem próprios
  • Sobreposições de betão descontadas — o troço de pilar que atravessa a laje pertence à laje, e qualquer par de peças que ocupe o mesmo espaço é detetado, deduzido e listado com os IDs. Sem dupla contagem, e com a prova ao lado
  • Vistas "por bloco × piso" — filtre o mesmo dataset por qualquer eixo
  • Rastreabilidade ao elemento BIM — cada m³ volta ao objeto de origem no modelo
  • Confirmação cruzada com o volume nativo do Revit — cada quantidade é verificada contra o volume que o próprio Revit calcula para o elemento, como camada extra de garantia
  • Desenho 2D/3D (DXF/DWG) da geometria e da cofragem, incluído em toda a medição — camadas por bloco e rubrica, com as mesmas cores do Excel. O ID de cada elemento vem no mapa, e leva-o de volta ao objeto no modelo

Betão e cofragem, elemento a elemento.

Excerto do ficheiro Betao_Cofragem.xlsx — exemplo simplificado.

Betao_Cofragem.xlsx

Projeto de referência: edifício residencial · 44 frações · 7 pisos + cave · lote 2 145 m².

Elemento Betão (m³) Cofragem (m²)
Elementos horizontais
Lajes de piso8504 270
Lajes de varandas52242
Vigas1961 230
Muretes13142
Sapatas e fundações320735
Elementos verticais
Pilares interiores retangulares88706
Pilares interiores circulares21216
Pilares exteriores13140
Paredes estruturais1941 340
Muros de contenção78452
Escadas
Escadas de betão24150
TOTAL1 849 9 623

A grande maioria destas quantidades vem diretamente do modelo (elemento a elemento). Alguns itens auxiliares — como betão de limpeza sob sapatas — não são modelados explicitamente e são calculados a partir da área de implantação; ficam identificados como "calculado" no entregável, nunca misturados com o "modelado" sem essa distinção.

Betão — por piso e tipo de elemento
Piso Horizontais Verticais Escadas TOTAL
Cave233643300
R/C194533250
Piso 1186513240
Piso 2178493230
Piso 3170473220
Piso 4162453210
Piso 5154433200
Piso 6154423199
TOTAL1 431394241 849
Cofragem — por piso e tipo de elemento
Piso Horizontais Verticais Escadas TOTAL
Cave1 073463241 560
R/C894386201 300
Piso 1858370201 248
Piso 2822355191 196
Piso 3787339181 144
Piso 4751324171 092
Piso 5716308161 040
Piso 6718309161 043
TOTAL6 6192 8541509 623

"Horizontais" agrega lajes, vigas, muretes, sapatas e fundações; "Verticais" agrega pilares, paredes estruturais e muros de contenção — mesmo agrupamento usado no separador "Balanço".

A divisão entre betão, cofragem e capítulos auxiliares (como o betão de limpeza) segue a convenção documentada nas Regras de Medição na Construção (CS 26) do LNEC — a referência mais usada em Portugal para o que entra e o que não entra em cada capítulo. Não é garantia de que um fornecedor a siga; é uma vara de medir externa que qualquer cliente pode pedir para confrontar.

Grupo Volume Cubica (m³) Volume nativo Revit (m³) Diferença
Elementos horizontais1 4311 430,6+0,4 (+0,03%)
Elementos verticais394393,8+0,2 (+0,05%)
Escadas2424,00,0 (0,0%)
TOTAL1 8491 848,4+0,6 (+0,03%)

"Balanço" — o volume calculado pela Cubica é confrontado, elemento a elemento, com o volume nativo que o próprio Revit lhe atribui. Cada elemento que se afaste do volume nativo é listado com o seu ID e com a diferença, e revisto antes da entrega — nunca incluído em silêncio.

Este confronto existe porque a própria indústria alerta para o risco de confiar cegamente na quantidade nativa do software: o guia RICS, BIM for Cost Managers nota que as propriedades de quantidade nativas de um modelo BIM "não seguem nenhum método de medição reconhecido" e precisam de ser ratificadas de forma independente. É essa a lógica do "Balanço": o volume nativo do Revit é um ponto de partida a verificar, nunca o resultado final.

Verificação de plausibilidade m²/m³
Elemento Cofragem/Betão Estado
Lajes de piso5,02ok
Pilares int. retangulares8,02ok
Paredes estruturais6,91ok
Sapatas e fundações2,30ok
Escadas de betão6,25ok

Cada categoria de elemento é confrontada com um intervalo de referência próprio, calibrado em projetos já entregues — um rácio fora desse intervalo é sinal de um erro de modelação (ex.: elemento duplicado, geometria aberta) e é sinalizado antes da entrega, nunca silenciosamente incluído no total. Este teste deteta rácios estatisticamente implausíveis num elemento existente no modelo — não confirma que o modelo contém todos os elementos da obra real.

Todos os valores são auditáveis ao elemento de origem — filtre por piso, por bloco, por tipologia. A cada revisão de projeto, reprocessa-se sem remedir à mão.

O mapa vem com o seu próprio controlo de qualidade.

Um mapa de quantidades bonito e errado é pior do que nenhum. Por isso a primeira folha do Excel não são quantidades — é o veredicto: verde, amarelo ou vermelho, com a lista do que é preciso tratar antes de fechar o orçamento. Estas verificações correm em todas as medições, sem exceção.

Quando alguma destas verificações não pode correr, o mapa di-lo em vez de ficar calado: a ausência de alarmes nunca é apresentada como ausência de problemas.

Como medimos

Diagrama isométrico: uma laje, pilares e uma viga de um modelo Revit/IFC, atravessados por um plano de varrimento translúcido 1

Partimos do seu modelo BIM

Usamos o modelo do seu projeto (Revit/IFC) tal como está desenhado — é a única fonte de dados, sem redesenhar nada à parte.

Diagrama isométrico a agrupar elementos de betão por família: laje horizontal, pilares verticais e uma escada, cada um com cor própria na legenda 2

Identificamos os elementos estruturais

O motor reconhece e agrupa cada elemento de betão em três famílias — horizontais (lajes, vigas, muretes, sapatas), verticais (pilares, paredes, muros de contenção) e escadas — para medir o volume de betão e a área de cofragem de cada um.

Diagrama a comparar uma sapata modelada com o contorno tracejado de um elemento auxiliar calculado a partir da sua área de implantação 3

Medimos elemento a elemento

A maioria das quantidades vem diretamente do modelo, peça a peça. Itens auxiliares que não estão desenhados, como o betão de limpeza sob sapatas, são calculados a partir da área de implantação — e o mapa final distingue sempre as duas origens.

Duas colunas de gráfico, volume calculado contra volume nativo do Revit, coincidentes sob um selo de balanço verificado 4

Verificamos antes de entregar

Confrontamos o volume calculado com o volume nativo do Revit de cada elemento (Balanço) e comparamos o rácio cofragem/betão de cada categoria com intervalos calibrados em projetos reais (Plausibilidade) — para apanhar erros antes de o mapa chegar até si.

Porque não à mão, e porque não uma ferramenta genérica

Melhor do que medir à mão

  • Onde duas peças se tocam, o betão comum é contado uma só vez.Vale para qualquer par de peças que ocupe o mesmo espaço, não só laje com viga. Cada dedução sai identificada, para poder conferir.
  • O troço de pilar que atravessa a laje conta como laje, não como pilar.Cada rubrica fica com o que é seu, independentemente de como o modelo foi montado.
  • Nenhum elemento fica esquecido: ou é medido, ou aparece na lista com o motivo.Mais de 99% dos elementos são medidos; o resto vem discriminado. Nunca há uma categoria a desaparecer em silêncio.
  • Se as contas não fecharem, o mapa não sai.A soma elemento a elemento tem de bater com o total, ao milésimo. Um mapa bonito e errado é pior do que nenhum.

O que as ferramentas genéricas não fazem

  • Se duas peças ocupam o mesmo espaço no seu modelo, recebe a lista.Não é só o volume descontado: são os pares identificados, com o ID de cada peça, para os localizar no modelo e corrigir na origem. O erro de modelação deixa de viajar para a obra seguinte.
  • A cofragem não existe no modelo. Construímo-la face a face.Cada face é classificada uma a uma e o contacto entre peças é descontado — é medição, não uma estimativa a partir do volume.
  • A área de contacto entre peças é medida, não estimada.Nenhuma face fica por classificar, e nenhuma área de contacto entra por estimativa. O que não é medido com segurança é assinalado, não arredondado.
  • O ficheiro que recebemos não traz cofragem nem a classificação de cada peça.Nos modelos que nos chegam, os campos que diriam se uma parede é exterior ou estrutural vêm quase sempre por preencher. A classificação é nossa, e cada peça sai com a razão da sua.
  • Cada linha diz porque foi classificada assim.Discute-se o critério, não o número — e o critério está escrito ao lado da quantidade.
Sabemos exatamente onde o nosso trabalho pesa. Num modelo simples e bem unido, os volumes que já tem batem certo com os nossos. A diferença que chega ao orçamento está na cofragem, que não existe como grandeza no modelo, nas sobreposições entre peças e na garantia de que nada ficou de fora.

Todos os números desta secção saem de medições reais e podem ser justificados a pedido. O que ainda não medimos, não afirmamos.

Âmbito

A Cubica mede a totalidade dos elementos modelados e devolve o 3D/DXF de tudo o que foi medido, para confrontar cada quantidade com a sua origem geométrica. O âmbito da medição é, por definição, o conteúdo do modelo entregue: elementos não modelados, ou modelados de forma incorreta a montante, não podem ser medidos por nenhum método de extração — e é por isso que assinalamos por escrito as omissões e inconsistências que detetamos durante o trabalho.

O serviço é prestado a partir do modelo e da documentação fornecidos, sem deslocação ao local: medimos o que essa informação representa. Ficam por isso fora do âmbito as condições existentes que ela não represente — alterações introduzidas em obra, degradação, elementos ocultos e preexistências. Identificada uma divergência entre o modelo e o construído, reprocessamos a medição sobre a informação corrigida.

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