Cubica
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1D 2D ContagemCountRecuentoComptage

Arranjos Exteriores.

Redes de abastecimento, drenagem, pavimentos, estradas, jardins e paisagismo — todos os arranjos exteriores extraídos ao metro e ao metro quadrado, com índices urbanísticos já calculados.

Ver o âmbito exato da medição ↓

Do lote ao índice de ocupação, tudo o que fica fora do edifício.

Arranjos exteriores são frequentemente medidos à parte, num CAD 2D, e desalinhados do modelo BIM. A Cubica extrai redes de abastecimento (água, gás, elétrica), drenagem pluvial (valas, caixas, sumidouros), pavimentos (passeios, estradas, estacionamento), jardins e paisagismo (áreas verdes, árvores, rega) — todos ao metro e ao metro quadrado, com índices urbanísticos (ocupação e impermeabilização) já calculados para o licenciamento.

Do seu lado

O que precisamos

  • Modelo Revit (.rvt) ou IFC com limite do lote, implantação do edifício e cotas de terreno
  • Redes exteriores modeladas por sistema (água, gás, elétrica, drenagem pluvial)
  • Pavimentos e circulação identificados por tipologia (rígido, semipermeável, ajardinado, estacionamento)
  • Espaços verdes por região do modelo, com espécies vegetais tipificadas
Do nosso lado

O que entregamos

  • Redes de abastecimento e drenagem ao metro linear, com contagem de caixas de visita, sumidouros e ligações
  • Pavimentos e estradas em m², separados por tipologia — pronto para orçamento de subempreitada
  • Jardins e paisagismo: áreas verdes em m², contagem de árvores e arbustos, comprimento do sistema de rega
  • Índices urbanísticos: ocupação e impermeabilização em %, prontos para o processo de licenciamento
  • Telecomunicações e rega ao metro linear, separadas das restantes redes — não vão diluídas na «água» nem na «elétrica»
  • Lista do que ficou por classificar — se um troço não tem sistema atribuído no modelo, ele não é contado às escondidas: aparece identificado no relatório, para decidir
  • Rastreabilidade completa ao elemento BIM — cada valor liga ao objeto de origem
  • Desenho 2D/3D (DXF/DWG) das redes, pavimentos e áreas medidas — por camada e cor de categoria, com o ID de cada elemento, em correspondência direta com o Excel e o modelo

Onde acaba o edifício começa o arranjo exterior — e essa fronteira é calculada, não desenhada à mão.

O erro clássico nesta medição é o duplo: um passeio que entra por baixo do edifício, uma conduta interior que vai parar às redes exteriores. O nosso motor calcula a implantação real do edifício a partir de paredes, pisos e coberturas, e usa essa mancha para decidir o que é interior e o que é exterior — elemento a elemento, e recortando o que fica meio dentro meio fora.

  • 1 · Redes pelo sistema do Revit, não pelo nome do tubo — é o sistema que manda; o nome do tipo só decide o que o sistema não decidir. Drenagem e rega têm precedência sobre «água», senão uma rede de rega ia parar ao abastecimento.
  • 2 · Pavimentos pela superfície real — a área vem da face superior do elemento, não da caixa envolvente. Um passeio em curva ou um lugar de estacionamento oblíquo medem o que são.
  • 3 · Índices já calculados — ocupação e impermeabilização em %, sobre a área de lote que nos indicar. Sem limite de lote definido não inventamos uma percentagem: dizemos que falta.
  • 4 · Um desenho que confere o Excel — cada rede sai como linha no eixo real, cada árvore como círculo, cada pavimento como superfície, tudo com o ID do elemento numa camada que se desliga. Abra o DXF ao lado do Excel e veja de onde vem cada número.

Redes ao metro, pavimentos em m², índices já calculados.

Excerto do ficheiro Arranjos_Ext.xlsx — exemplo simplificado. O real inclui tabs adicionais por zona e por sistema.

Arranjos_Ext.xlsx

Projeto de referência: edifício residencial · 44 frações · 7 pisos + cave · lote 2 145 m².

Item Unidade Quantidade
Redes de abastecimento (subterrâneas)
Rede de água (Ø 63-110) m 312
Rede de gás (Ø 32-90) m 148
Rede elétrica (BT enterrada) m 220
Subtotal linear redes m 680
Drenagem pluvial
Valas drenantes m 184
Caixas de visita un 12
Sumidouros un 8
Ligações a coletor público un 6
Pavimentos e circulação
Passeios pedonais 287
Estrada de acesso 412
Estacionamento à superfície 156
Subtotal áreas impermeáveis 855
Jardins e paisagismo
Zonas ajardinadas (relva + canteiros) 540
Árvores de médio porte un 24
Arbustos e sebes un 68
Sistema de rega gota a gota m 320
Índices urbanísticos (licenciamento)
Área do lote 2 145
Área de implantação do edifício 740
Índice de ocupação % 34,5
Índice de impermeabilização % 74,4

A aritmética, à vista

Redes: 312 + 148 + 220 = 680 m. Áreas impermeáveis: 287 + 412 + 156 = 855 m². Ocupação: 740 / 2 145 = 34,5 %. Impermeabilização: (740 + 855) / 2 145 = 74,4 %. Nenhum destes valores é escrito à mão — são fórmulas vivas no próprio Excel.

Um troço de rede sem sistema atribuído no modelo não entra numa destas linhas por adivinhação: sai identificado no relatório, para decidir a que rubrica pertence.

Todos os valores são auditáveis ao elemento de origem — filtre por sistema, por zona, por tipologia. A cada revisão de projeto, reprocessa-se sem remedir à mão.

Porque não à mão, e porque não uma ferramenta genérica

Melhor do que medir à mão

  • A fronteira entre o edifício e o exterior é calculada, não desenhada a olho.O erro clássico desta medição é o duplo: o passeio que entra por baixo do edifício, a conduta interior que vai parar às redes exteriores. A implantação real sai das paredes, pisos e coberturas do modelo — o que fica meio dentro meio fora é recortado, não arredondado.
  • Cada rede é classificada pelo sistema do modelo, não pelo nome do tubo.Drenagem e rega têm precedência sobre «água». Sem essa precedência, uma rede de rega vai parar ao abastecimento — e chega ao orçamento com o preço de outra especialidade.
  • A área de um pavimento vem da superfície real, não da caixa que o envolve.Um passeio em curva e um lugar de estacionamento oblíquo medem o que são. Medidos pelo retângulo que os contém, pagam-se a mais — e a diferença cresce com cada curva do arruamento.
  • Um troço sem sistema atribuído sai identificado, nunca distribuído por adivinhação.Aparece no relatório, à espera de decisão. Somado à rubrica errada, ninguém dá por ele até a subempreitada chegar à obra.

O que as ferramentas genéricas não fazem

  • Os índices urbanísticos saem já calculados, prontos para o processo.Ocupação e impermeabilização em percentagem, sobre a área de lote que nos indicar. Sem limite de lote definido não se inventa uma percentagem: diz-se que falta.
  • Telecomunicações e rega saem separadas das restantes redes.Uma tabela genérica agrupa por família e dilui as duas na «água» e na «elétrica». O orçamento fica com metros a mais numa rubrica e a menos noutra, e as duas fecham na mesma.
  • O desenho e o mapa de quantidades saem do mesmo cálculo.Cada rede como linha no eixo real, cada árvore como círculo, cada pavimento como superfície — com o ID do elemento numa camada que se desliga. Abre-se o DXF ao lado do Excel e vê-se de onde vem cada linha.
  • A medição acompanha a revisão do projeto.Muda o traçado de uma rede ou o limite de um pavimento e reprocessa-se, sem voltar a medir à mão o que não mudou.
O que o modelo não classifica, não é adivinhado. Um troço sem sistema atribuído, um pavimento sem tipologia ou um lote sem limite definido saem identificados no relatório, para decisão de quem orçamenta. Numa urbanização simples, com tudo classificado à partida, uma medição cuidada à mão chega ao mesmo valor. É nos loteamentos com muitas redes e muitas tipologias de pavimento que a diferença aparece no orçamento.

Todos os números desta secção saem de medições reais e podem ser justificados a pedido. O que ainda não medimos, não afirmamos.

Âmbito

A Cubica mede a totalidade dos elementos modelados e devolve o 3D/DXF de tudo o que foi medido, para confrontar cada quantidade com a sua origem geométrica. O âmbito da medição é, por definição, o conteúdo do modelo entregue: elementos não modelados, ou modelados de forma incorreta a montante, não podem ser medidos por nenhum método de extração — e é por isso que assinalamos por escrito as omissões e inconsistências que detetamos durante o trabalho.

O serviço é prestado a partir do modelo e da documentação fornecidos, sem deslocação ao local: medimos o que essa informação representa. Ficam por isso fora do âmbito as condições existentes que ela não represente — alterações introduzidas em obra, degradação, elementos ocultos e preexistências. Identificada uma divergência entre o modelo e o construído, reprocessamos a medição sobre a informação corrigida.

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